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ENTIDADE EXTERNA:
Entidades externas são categorias lógicas de coisas ou pessoas que representam uma fonte ou destino para transações; por exemplo, clientes, empregados, aeronave, unidades táticas, fornecedores, contribuintes, segurados. Elas também podem ser uma fonte ou um destino específico, como, departamento de contas, receita federal, escritório de presidente, armazém. Quando o sistema enfocado recebe dados de um outro sistema ou fornece dados a ele, aquele outro sistema é considerado entidade externa.
Ao identificarmos alguma coisa ou sistema como entidade externa, estaremos afirmando implicitamente, que esta entidade está fora dos limites do sistema considerado. À medida que a análise prossegue e aprendemos mais sobre os objetivos do usuário, podemos introduzir outras entidades no diagrama de fluxo de dados do sistema, em estudo ou, alternativamente, remover uma parte da função de nosso sistema para torna-la uma entidade externa com fluxo de dados que se dirigem ou se afastam da entidade.
FLUXO DE DADOS
Cada fluxo pode ser considerado como um tudo por onde passam pacotes de dados. Referenciamos o tubo de fluxo de dados identificando os processos, entidades, ou depósitos de dados das suas extremidades, mas anotando uma descrição do conteúdo de cada fluxo ao longo de sua extensão. A descrição escolhida deve ser a mais significativa possível para os usuários que vão fazer a revisão do diagrama de fluxo de dados (de acordo com o fato de ser uma descrição lógica).
Em particular, quando esboçamos um diagrama de fluxo de dados, podemos deixar de anotar a descrição caso seja bastante obvia para o revisor, mas aquele que criou o diagrama deve ser sempre capaz de fornecer uma descrição.
Em certas ocasiões, é difícil conseguirmos uma descrição que caracterize adequadamente o conteúdo do fluxo de dados, como por exemplo, quando os clientes enviam pedidos, pagamentos, consultas, reclamações, devolvem mercadorias danificadas etc. Torna-se difícil, nestes casos, desenhar o fluxo de dados. Existem dois métodos para nos livrarmos desta situação. O primeiro se usa quando o fato lógico mais importante é a existência de um único fluxo de dados (talvez para um escritório de vendas) cuja função "encaminhar transações" seja uma das mais importantes; então, o método consiste em agrupar o conteúdo sob um termo necessariamente vago, como "transações de clientes" ou "relatórios de gerente". O conteúdo deste fluxo de dados pode ser encontrado no dicionário de dados ou pelo exame de saída da função em questão.
O segundo método pode ser usado quando a função é simples e cada transação é processada de maneira diferente (e na realidade consiste de elementos de dados diferentes). Neste caso podemos desenhar uma seta para cada tipo de transação, dirigindo cada uma para diferentes caixas de processos.
TIPOS DE OBJETOS:
Um tipo de objeto representa uma coleção ou m conjunto de objetos (coisas) do mundo real cujos membros individuais (exemplares ou instâncias) têm as seguintes características:
NOTAÇÃO ALTERNATIVA PARA RELACIONAMENTOS:
Os relacionamentos no sistema DER são multidirecionais; podem ser lidos em qualquer direção e também já foi dito que o diagrama DER não apresenta cardinalidade, isto é, não mostra o número de objetos que participam de um relacionamento.
Uma notação alternativa usada por alguns analistas de sistemas mostra tanto a cardinalidade quanto a ordinalidade.
Outra notação de uso comum é a seta que quando tem a ponta dupla é utilizada para indicar um relacionamento um-para-muitos, enquanto a seta de ponta singela é empregada para indicar relacionamentos um-para-um entre objetos.
INDICADORES DE TIPOS DE OBJETOS ASSOCIATIVOS:
Uma notação especial em diagramas DER é o indicador de tipos de objetos associativos; ele representa alguma coisa que funciona tanto como um objeto quanto como um relacionamento. Outro modo de encarar o tipo de objeto associativo é considerar que ele representa um relacionamento sobre o qual queremos manter algumas informações.